Sessões paralelas

Albérico Afonso
Instituto de História Contemporânea e Escola Superior de Educação de Setúbal

Albérico Afonso Costa, historiador, professor na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal. Investigador do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É doutorado em História Contemporânea, na especialidade de História Cultural e das Mentalidades, pela F. C. S. H. da Universidade Nova de Lisboa. Tem colaborado e coordenado projectos na área da História, Formação de professores e Formação Profissional. Tem vários trabalhos publicados nestas áreas de investigação. É diretor da Revista Medi@ções da Escola Superior de Educação de Setúbal. Publicou recentemente os livros A FPA, A Fábrica Leccionada – Aventuras dos tecnocatólicos no Ministério das Corporações (2008), Roteiro Republicano de Setúbal (2010) e História e Cronologia de Setúbal (1248-1926, (2011), Salazar e a Escola Técnica (2011).


Alexandre Felipe Fiuza

UNIOESTE – Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Alexandre Felipe Fiuza é brasileiro, natural de São Paulo. É licenciado em História pela Universidade Federal da Paraíba, Mestre em Educação pela Unicamp, Doutor em História pela Unesp e pós-doutor em História Contemporânea pela Universidade Autônoma de Madri. Desde o ano 2000 é professor do Curso de Pedagogia e atualmente é Coordenador do Mestrado em Educação da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste, campus de Cascavel, Brasil. Publicou vários artigos em revistas acadêmicas e capítulos de livros, apresentou inúmeros trabalhos sobre a censura, a repressão e o exílio de músicos portugueses, brasileiros, espanhóis e argentinos em Congressos nacionais e estrangeiros. Lidera o Grupo de Pesquisa História e Historiografia na Educação. Coordena um Projeto de Pesquisa internacional financiado pelo CNPq-Brasil sobre os músicos exilados no Cone Sul, bem como encerrou em 2013 uma investigação comparativa sobre os serviços de Censura do Brasil, Portugal e Espanha. Frequentemente retoma suas pesquisas junto à documentação da Censura portuguesa, inclusive sua última incursão se deu no material sobre a censura ao cinema, no caso, os musicais censurados. Igualmente segue investigando a documentação da Censura espanhola, junto ao Archivo General de la Admnistración, levantando documentos da censura de espetáculos que envolveram músicos portugueses.


Álvaro Costa de Matos
Hemeroteca Municipal de Lisboa e Centro de Investigação Media e Jornalismo


Américo Freire
CPDOC – Fundação Getúlio Vargas

Doutor em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Américo desenvolve pesquisas no campo da história política carioca e brasileira, com ênfase no estudo das instituições políticas. Nos últimos anos, tem desenvolvido também pesquisas na área dos estudos urbanos e dirigido também sua atenção para temas relativos ao ensino de História.


Ana Sofia Ferreira
Instituto de História Contemporânea e Escola Superior de Educação de Setúbal

Ana Sofia Ferreira, mestre em História Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e doutoranda em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É professora assistente convidade na Escola Superior de Educação de Setúbal e encontra-se neste momento a finalizar a tese de doutoramento sobre a luta armada em Portugal durante o Marcelismo. Tem vários estudos publicados sobre a oposição ao Estado Novo, entre os quais se destaca “As greves no Litoral Norte português no agitado Verão de 1958”, in Greves e Conflitos Sociais: Portugal no Século XX; “A campanha de Delgado no Porto. A importância da História local”, in História Social do Porto e “História do Porto: Insubmisso à Tirania. A cidade durante a Ditadura”.


André Folgado Rodrigues

Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

Licenciado em História na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra em 2012 com a média de 13 valores. Frequento actualmente o 2º ciclo em História Contemporânea na mesma faculdade onde desenvolvo uma tese subordinada ao tema do separatismo açoriano entre os anos de 1974 e 1976, orientada pelo Professor Doutor João Paulo Avelãs Nunes (CEIS20-UC/FLUC). Em 2011 participei no colóquio Os Açores, a 1ª Guerra Mundial e a República Portugesa no Contexto Internacional com a comunicação A presença americana na Primeira Guerra Mundial vista pelos açorianos publicada em: Actas do Colóquio Internacional Os Açores, a 1ª Guerra Mundial e a República Portuguesa no contexto internacional, (Angra do Heroísmo: Direcção Regional da Cultura, 2011).


Angela Moreira da Silva
CPDOC – Fundação Getúlio Vargas

Doutora em História pelo CPDOC/FGV, mestre em História Social pela UFRJ e bacharel em História pela UFBA. Sua tese de Doutorado em História, pelo CPDOC/FGV, analisou a atuação do Superior Tribunal Militar durante a ditadura militar brasileira (1964-1980. Seus interesses de pesquisa abrangem reflexões sobre instituições militares e Poder Judiciário, especialmente a Justiça Militar, assim como sobre a relação entre militares e política, com ênfase no período do regime militar.


António Monteiro Cardoso

Instituto de História Contemporânea

Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa e Doutor em Histórica Moderna e Contemporânea pelo ICSTE – IUL. É professor da Escola Superior de Comunicação Social do IPL.


Augusto Nascimento

Instituto de Investigação Científica Tropical

Augusto Nascimento nasceu em Lisboa, a 28 de Março de 1959. É investigador auxiliar do Instituto de Investigação Científica Tropical, de Lisboa. Colabora com o Centro de Estudos Africanos do ISCTE, o Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto e o Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. É autor de Poderes e quotidiano nas roças de S. Tomé e Príncipe de finais de Oitocentos a meados de Novecentos (2002); Órfãos da Raça (2002); Desterro e contrato. Moçambicanos a caminho de S. Tomé e Príncipe (anos 1940-1960) (2002); O sul da diáspora (2003); A misericórdia na voragem das ilhas. Fragmentos da trajectória das Misericórdias de S. Tomé e do Príncipe (2003); Entre o mundo e as ilhas. O associativismo são-tomense nos primeiros decénios de Novecentos (2005); O fim do caminhu longi (2007); Ciências sociais em São Tomé e Príncipe: a independência e o estado da arte (disponível em http://www.africanos.eu 2007); Vidas de S. Tomé segundo vozes de Soncente (2008); Atlas da Lusofonia. São Tomé e Príncipe (2008); Histórias da Ilha do Príncipe (2010); em co-autoria, de Ilha de Moçambique (2009), e ainda Desporto em vez de política no São Tomé e Príncipe colonial.


Celso Castro e Thaís Blank

CPDOC – Fundação Getúlio Vargas

Celso Castro é doutor em Antropologia Social (Museu Nacional, Rio de Janeiro, 1995), professor e atual diretor da Escola de Ciências Sociais/CPDOC da Fundação Getulio Vargas. Tem pesquisado extensamente sobre os militares na história e sociedade brasileiras, tema sobre o qual publicou diversos livros. Foi membro do Conselho Executivo da Brazilian Studies Association (BRASA, 2004-2008) e pesquisador ou professor visitante das universidades da Florida (1991-2), Oxford (2000), Grenoble (2009) e El Colegio de México (Cátedra Florestan Fernandes, 2010). Dirige, para a editora Jorge Zahar, a coleção “Nova Biblioteca de Ciências Sociais”.

Thaís Blank é bacharel em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2007) e Mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2010), instituição na qual realiza seu curso de Doutorado desde 2011 em regime de cotutela com a Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne. Desde 2004 trabalha com documentários, tendo atuado como assistente de direção, montadora e diretora, e atualmente supervisiona as atividades desenvolvidas no Núcleo de Audiovisual e Documentário do CPDOC.


Conceição Pequito, Emmanouil Tsatsanis e Ana Belchior
CIES-IUL, ISCSP e ISCTE-IUL

Conceição Pequito: doutoramento em Ciências Políticas, Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP-UTL), em 2008. Domínios de investigação: partidos e sistemas partidários, grupos de interesses, participação política, recrutamento político e representação política, entre outros.  É professora auxiliar no ISCSP e investigadora do CIES-IUL.

Emmanouil Tsatsanis: Doutoramento em Ciências Políticas, Washington State University, em 2006. Domínios de investigação: ideologia e nacionalismo, clivagens políticas, democracia, partidos de extrema direita. É investigador do CIES-IUL.

Ana Belchior: Doutoramento em Ciências Políticas, Universidade Católica Portuguesa, em 2008. É directora do mestrado em Ciência Política do ISCTE-IUL. Domínios de investigação: opinião pública, democracia e representação política, atitudes e comportamentos políticos, promessas eleitorais e agenda-setting. É professora auxiliar no ISCTE-IUL e investigadora do CIES-IUL.


Constantino Piçarra

Instituto de História Contemporânea

Constantino Piçarra, mestre em História dos Séculos XIX e XX pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, doutorando em História Contemporânea na mesma Faculdade e investigador do IHC (Instituto de História Contemporânea), é professor do ensino secundário e dedica-se ao estudo da Primeira República e das questões agrárias no período posterior a Abril de 1974, temas sobre os quais publicou diversos estudos, onde se destacam os seguintes: Beja Republicana, 1910-1926, [s.l], 100Luz, 2010; Beja: Roteiros Republicanos, Matosinhos, Quidnovi, 2010; Primeira República no Baixo Alentejo, Almodôvar 2010, Catálogo da Exposição, Almodôvar, Câmara Municipal, 2010; As Ocupações de Terras no Distrito de Beja, 1974-1975, Coimbra, Almedina, 2008; «A Reforma Agrária na Revolução Portuguesa»  O Fim das Ditaduras Ibéricas (1974 – 1978), coord. Encarnación Lemus, Fernando Rosas, Raquel Varela, Paço de Arcos, Edições Pluma, 2010; «A reforma Agrária no Sul de Portugal» Revolução ou Transição: história e Memória da revolução dos Cravos, coord. Raquel Varela, Lisboa, Bertrand, 2012; «Die Agrarreform im Suden Portugals (1975)» 25. April 1974, Die NelKenrevolution, Das Ende der Diktatur in Portugal, coord. Karl – Heinz Dellwo, Hamburgo, Laika, Verlag, 2012.


David Castaño
Instituto Português de Relações Internacionais – UNL

Doutor em História Moderna e Contemporânea, mestre em História das Relações Internacionais e licenciado em História Moderna e Contemporânea pelo ISCTE, é actualmente bolseiro de pós-doutoramento da FCT no IPRI/UNL, onde desenvolve um projecto de investigação centrado no processo de consolidação da democracia portuguesa (1976-1982). Tem-se dedicado ao estudo da história contemporânea de Portugal e da história das relações internacionais. Foi investigador no Centro de Estudos de História Contemporânea do ISCTE-IUL e colaborou em diversos projectos de investigação, tendo publicado vários trabalhos em revistas científicas e em capítulos de livros. Foi um dos coordenadores do livro, Portugal e o Atlântico, 60 anos dos Acordos dos Açores e é autor do livro, Paternalismo e Cumplicidade: as relações luso-britânicas 1943-1949, que recebeu em 2005 o Prémio Teixeira de Sampayo. Recentemente publicou os livros Mário Soares e a Revolução, e em co-autoria com o general Garcia dos Santos, Apontamentos Políticos – Eanes e os partidos.


Edmundo Alves
Instituto de História Contemporânea

Licenciado em História pela FCSH da UNL. Concluiu a parte curricular do Doutoramento em História Institucional e Política Contemporânea pela mesma Faculdade, encontrando-se presentemente a redigir a dissertação intitulada O CDS: da fundação à Aliança Democrática (1974-1983)
Colaborou nas seguintes obras: Dicionário Biográfico Parlamentar (1945-1974), coordenado pelos Profs. Drs. António Costa Pinto e Manuel Braga da Cruz; Dicionário de História de Portugal (1974-1976), dirigido pelos Profs. Drs. António Reis, Inácia Rezola e Paula Borges Santos (no prelo); A UGT na História do Movimento Sindical Português (1970-1990), da autoria dos Profs. Drs. José Maria Brandão de Brito e Cristina Rodrigues; Património de Origem Portuguesa no Mundo. Urbanismo e Arquitectura, obra dirigida pelo Prof. Dr. José Mattoso.
Responsável pela pesquisa documental e iconográfica para o documentário televisivo História da PIDE, da autoria dos Profs. Drs. Jacinto Godinho e Irene Pimentel.
Tem-se dedicado igualmente ao estudo da oposição monárquica ao Estado Novo, sobre a qual apresentou uma comunicação intitulada “Os Monárquicos e as Eleições de 1969”, no Colóquio As Eleições de 1969 e as Oposições, organizado pelo IHC da FCSH em Outubro de 2009, vertida em artigo a publicar brevemente por este Instituto.


Fernando Weltman
CPDOC – Fundação Getúlio Vargas

Doutor em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Estado do Rio de Janeiro – IUPERJ. Coordenador de Pesquisa do CPDOC/FGV. Cientista político e sociólogo, Fernando desenvolve pesquisas sobre mídia e política, teoria democrática, instituições políticas e pensamento social e político.


Filipa Raimundo
Instituto de Ciências Sociais

Doutoramento em Ciências Políticas e Sociais pelo Instituto Universitário Europeu em 2012, em Florença. É investigadora de pós-doutoramento no ICS onde trabalha sobre democratizações, legados do autoritarismo, qualidade da democracia e estudos europeus.


Filipe Guimarães da Silva
Instituto de História Contemporânea

Filipe Guimarães da Silva é doutorando em História Contemporânea na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, mestre em História Contemporânea na mesma universidade e licenciado em Línguas e Relações Internacionais na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É investigador do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, dedicando-se às seguintes áreas temáticas: História Económica e Social; História do Processo Revolucionário Português (PREC); História das nacionalizações durante o PREC; História da Indústria.


Flamarion Maués

Instituto de História Contemporânea e Escola de Comunicações e Artes da USP

Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo/USP (2013) e mestre em História Econômica pela mesma Universidade (2006). Atualmente faz pós-doutorado na Escola de Comunicações e Artes da USP. É bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e investigador integrado do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. Autor de Livros contra a ditadura: editoras de oposição no Brasil, 1974-1984 (São Paulo, Publisher, 2013). Foi coordenador editorial da Fundação Perseu Abramo (1997-2008).


Francisco Bairrão Ruivo
Instituto de História Contemporânea

Francisco Bairrão Ruivo, investigador do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (IHC/FCSH/UNL). Licenciado em História e Doutorado em História Contemporânea – século XX, pela FCSH/UNL, com a tese intitulada Spinolismo: viragem política e Movimentos Sociais, sob orientação do Professor Doutor Fernando Rosas. Participou em diversos trabalhos no âmbito da História de Portugal do século XX, nomeadamente sobre o Estado Novo, o processo revolucionário ou a descolonização. Actualmente colabora no Dicionário de História de Portugal – 1974-1976 e, recentemente, participou na obra O Eterno Retorno. Estudos em homenagem a António Reis, coordenada por Maria Inácia Rezola e Pedro Aires Oliveira, com o artigo “O 25 de Abril? O que é o 25 de Abril?”. Acabou de lançar a obra intitulada Livro Livre (com Danuta Wojciechowska e Joana Paz) no âmbito das comemorações do 40.º aniversário do 25 de Abril de 1974 nas escolas portuguesas.


Goffredo Adinolfi
Centro de Investigação e Estudos de Sociologia

Doutoramento em História, Faculdade de Ciências Politicas da Universidade de Milão , em 2005. Domínios de investigação: sistemas políticos comparados; recrutamento politico e elites entre liberalismo, autoritarismo e democracia em Portugal, Itália e Espanha, opinião publica, populismo. É investigador do CIES-IUL.


Gregorio Sabater Navarro

Universidad Autónoma de Madrid

Soy estudiante de doctorado (Personal Investigador en Formación de la Universidad Autónoma de Madrid). Me encuentro desarrollando el tercer año de investigación con una tesis doctoral –titulada “Las transiciones a la democracia en España y Portugal: Miradas encontradas”- con la tutoría del profesor Álvaro Soto Carmona. He disfrutado de una estancia de investigación con beca en la ciudad de Lisboa, bajo la supervisión del profesor Fernando Rosas de la Universide Nova. He participado en diversos Congresos y Jornadas sobre historia contemporánea, presentando comunicaciones sobre las interrelaciones ibéricas entre 1974 y 1985. Mi trabajo fin de máster –titulado “La influencia de la revolución portuguesa en la oposición conservadora española: Rafael Calvo Serer y los monárquicos”- fue publicado por el Servicio de Publicaciones de la Universidad Autónoma de Madrid (2012).


Guya Accornero
Centro de Investigação e Estudos de Sociologia

Doutoramento em Ciências Sociais, Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-UL), em 2010. Domínios de investigação: ciência política, sociologia política, sociologia histórica. É investigadora do CIES-IUL.


Ivo Veiga
Instituto de História Contemporânea

Ivo Veiga obteve a licenciatura e o mestrado em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Prosseguiu os seus estudos na Universidade de Reading onde concluiu um Master of Science in Sociology with Research Training. Em 2012 obteve o grau de Doutor em Ciência Política pelo University College London. Foi professor assistente em História Económica e Social na FCSH-UNL (2001-2002). Publicou artigos em revistas com arbitragem científica e apresentou comunicações em congressos nacionais e internacionais, como no Encontro Anual da American Political Science Association. No âmbito da transição democrática portuguesa escreveu diversos artigos para o Dicionário do 25 de Abril (Reis, António; Rezola, Maria Inácia e Paula Santos (Coordenação), Figueirinhas, Porto, 2014), estando de momento a acabar dois livros que incidem sobre o tema. Participou em diversos projectos de investigação, nomeadamente no projecto “Engenharia em Portugal no Século XX”. Os seus interesses de investigação incidem sobre os processos de democratização, revoluções, movimentos sociais, história económica e processos de inovação. Aplica diversos métodos no seu trabalho: análise multivariada, métodos qualitativos e social network analysis. É investigador do IHC (FCSH-UNL).


João Madeira

Instituto de História Contemporânea

Investigador do Instituto de História Contemporânea, FCSH-UNL. Doutorado em História Social e Política Contemporânea pela FCSH. Autor de: Os Engenheiros de Almas. Os intelectuais e o Partido Comunista (Estampa, 1996), Vítimas de Salazar (Coordenação de, Esfera dos Livros 2007), Os Tribunais Políticos (em colaboração, Temas e debates, 2008), 1937. O atentado a Salazar (Esfera dos Livros, 2013); Álvaro Cunhal e a tradição frentista: singularidades, persistências e limites, in Álvaro Cunhal. Política, História e Estética (Coord. de José Neves), Tinta da China, 2013; História do PCP (Tinta da China, 2013). Comunicações mais recentes: Da Liga Portuguesa Contra a Guerra e o Fascismo à Frente Popular Portuguesa. “Pela Paz!”, entre guerras, I Encontro Anual A Europa no Mundo “Pela Paz!” (1849-1939), Coimbra, Abril de 2013; A reconfiguração das oposições e a LUAR durante o marcelismo (em colaboração), II Congresso de História Contemporânea, RHC, Évora, Maio de 2013; O PCP e o movimento social: “Lutar, lutar, lutar”?, Seminário Os Partidos Comunistas e o Movimento Social, IHC, Lisboa, Maio de 2013; Violência e repressão em meio operário durante o Estado Novo, Encontros de Outono, Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão (Novembro de 2013); “Hoje vamos todos ao Sindicato” – a greve dos marmoristas de Pero Pinheiro (1965), Congresso Trabalho e Movimento Operário, Câmara Municipal do Barreiro (Novembro de 2013).


João Moreira

Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

Licenciado em Sociologia pelo ISCTE. Mestre (dentro de dias) em História Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Tese de mestrado intitulada O Trotskismo em Portugal (1968-1974) – um «marxismo vivo»? e sob a orientação do Professor Doutor Rui Bebiano. Orador convidado no Hortus-2084/Salão Utópico organizado por Patrícia Portela em maio de 2013. Comunicação no II Congresso Internacional Karl Marx em outubro de 2013 com o tema O pensamento de Marx nas organizações trotskistas durante a Primavera Marcelista. Comunicação no I Congresso da História do Movimento Operário e dos Movimentos Sociais em março de 2013 com o tema O Trotskismo em Portugal: 1969-1974. Participação no Curso de Formação Avançada “História Oral: Métodos, Práticas e Problemas” em novembro de 2013 organizado pelo Professor Doutor Rui Bebiano e pelo Doutor Miguel Cardina. Interesses académicos: marxismos; I,II,III e IV Internacionais; Partido Bolchevique; Partido Comunista Português; Radicalismos de Esquerda; Trotskismo; Escola de Frankfurt; Nova Esquerda


Levi Martins

Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Licenciado em Cinema, Ramo de Realização, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Frequenta o segundo ano do Mestrado em Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, no qual prepara a dissertação Estética e Ideologia no Teatro Português. Entre 2010 e 2011 colaborou na investigação Principais Tendências no Cinema Português Contemporâneo (ESTC/CIAC), no âmbito da qual realizou um segmento do documentário colectivo Um Filme Português, e escreveu o artigo Resgatar a Relação Fundamental, incluído no livro Novas e Velhas Tendências no Cinema Português Contemporâneo (Gradiva, 2013). Em 2011 participou como assistente de realização, director de som e co-montador na série O Tempo e o Modo, de Graça Castanheira. Realizou os documentários Um Ser Literário (2011) e As Partes e o Todo (2013) e lançou os discos Ocean of Time (2004), The Adventures Of (2007), Self Portrait (2007) e If You Can’t Beat Them (2013).


Luciana Heymann
CPDOC – Fundação Getúlio Vargas

Doutora em Sociologia pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro – IUPERJ. Coordenadora do Programa de Pós-Graduação do CPDOC. Sua produção acadêmica tem se voltado para o campo da sociologia da memória, tanto no que diz respeito aos processos sociais de construção e institucionalização de acervos pessoais como patrimônio público quanto no que toca às políticas memoriais e aos usos do passado em contextos de luta por direitos.


Luís Farinha

Instituto de História Contemporânea

Luís Manuel do Carmo Farinha, licenciado em História pela Faculdade de Letras de Lisboa, com Mestrado e Doutoramento em História Política e Institucional (séc. XX) pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, é Investigador Integrado do Instituto de História Contemporânea da FCSH/UNL, onde desenvolve projectos de investigação no domínio da História Contemporânea. Foi entre 2001e 2007 Director-Adjunto da revista História, onde tem publicado um vasto número de artigos nos domínios da História Política e da História da Cultura. Foi Comissário da Exposição “Viva a República! 1910-2010” Junho-Dezembro de 2010, na Cordoaria Nacional, Lisboa. É vice-presidente do Instituto de História Contemporânea (FCSH-UNL). Tem publicado em revistas da sua especialidade e em livros, de que se destaca: Colaboração com 30 entradas no Dicionário de História do Estado Novo (Dir. de Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito), Ed. Círculo de Leitores, 2 vols. Lisboa, 1996. O Reviralho, Revoltas Republicanas contra a Ditadura e o Estado Novo (1926-1940), Editorial Estampa, Lisboa, 1998. “O republicanismo/reviralhismo e a guerra civil de Espanha. Do ocaso do reviralhismo à unidade antifascista”, in Portugal e a Guerra Civil de Espanha, (Coord. de Fernando Rosas), Edições Colibri, Lisboa, 1998. “Política Externa e Política de Defesa: do Sidonismo à Ditadura Militar”, in Diplomacia e Guerra – Política Externa e Política de Defesa em Portugal do Final da Monarquia ao Marcelismo (Ed. de Fernando Martins), CIDEHUS, Edições Colibri, Lisboa, 2001. Fotobiografia da Guerra Colonial, (em colab.), Edições D. Quixote, 2ª edição, Lisboa, 2002. Estudo sobre a Acção Política Parlamentar de Francisco Pinto Cunha Leal como Deputado ao Congresso da República (1918-1926), Colecção Parlamento, Assembleia da República, Edições Afrontamento, Lisboa, 2002. “O Parlamento Republicano. Funcionamento e Reformas (1918-1926)”, in Elites e Poder A Crise do Sistema Liberal em Portugal e Espanha (1918-1931), CIDEHUS, Edições Colibri, Lisboa, 2004. Francisco Pinto Cunha Leal, Deputado e ministro da República. Um notável rebelde, Assembleia da República, Texto, Lisboa, 2009. Colaboração em Os Tribunais Militares Especiais in Os Tribunais Especiais e os Tribunais Plenários durante a Ditadura Militar e o Estado Novo (coord. de Fernando Rosas), 2009. Colaboração em Vítimas de Salazar, (coord. de João Madeira), Esfera dos Livros, Lisboa, 2007. Colaboração em História da Primeira República Portuguesa (coord. de Fernando Rosas e Maria Fernanda Rollo), (colaboração), Tinta da China, Lisboa, 2009


Marco Gomes

Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX

Marco Gomes é mestre em História das Ideologias e Utopias Contemporâneas e doutorando em Ciências da Comunicação, na Universidade de Coimbra. Bolseiro de doutoramento da Fundação para a Ciência e Tecnologia, entre 2009 e 2013, desenvolveu o projeto de investigação no Departamento de Estudos Sociais e Políticos da Universidade de Estudos de Milão, subordinado ao tema “A Revolução de Abril na imprensa italiana: ‘dove vai il Portogallo’”. Tem desenvolvido investigação no âmbito da história política e social contemporânea em Itália e Portugal, ora versando sobre o universo da criminalidade organizada e das organizações mafiosas em Itália, ora cruzando perspetivas acerca de acontecimentos importantes na história dos dois países, como as revoluções de 1910 e de 1974, a conflitualidade social e os projetos políticos da Itália no pós-segunda guerra. Autor do livro Comunicação Política na Revolução de Abril (1974-1976), tem publicado em revistas nacionais e internacionais no âmbito das temáticas supracitadas.


Maria Antónia Pires de Almeida

Centro de Investigação e Estudos de Sociologia

Maria Antónia Pires de Almeida é investigadora científica, doutorada em História Moderna e Contemporânea pelo ISCTE-IUL com uma tese sob o tema “A Reforma Agrária em Avis. Elites e mudança num concelho alentejano (1974 – 1977)”, 2004. Completou um Pós-Doutoramento em Ciência Política sobre Elites locais e transição política no CIES, ISCTE-IUL, 2008. Foi Investigadora Auxiliar da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e Investigadora do Centro Interuniversitário de História das Ciências e da Tecnologia, nos quais desenvolveu um projeto na área da Popularização da Ciência e da Tecnologia, 2008-2013. É autora de sete livros e de vários capítulos de livros e artigos publicados em revistas internacionais com arbitragem científica, participando regularmente em conferências internacionais com comunicações. Especializada nos temas das elites locais, transição política, memórias e biografias, História Social e Política, História Rural / História Urbana, História da Ciência, da Medicina e da Saúde Pública.


Maria Inácia Rezola

Escola Superior de Comunicação Social e Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa

Maria Inácia Rezola é Doutorada em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (especialidade História Institucional e Política Contemporânea). É investigadora do Instituto de História Contemporânea (IHC-FCSH/UNL), desde 1995. Actualmente é Professora Adjunta na Escola Superior de Comunicação Social do Instituto Politécnico de Lisboa, onde integra o Conselho Científico do Mestrado em Jornalismo e a Comissão Executiva do Doutoramento em Ciências da Comunicação (ISCTE-ESCS). Tem uma ampla experiência no domínio da investigação, tendo dirigido e integrado numerosas equipas de trabalho em colaboração com diferentes instituições. Da sua produção bibliográfica destacam-se os livros Melo Antunes, uma biografia politica, publicado em 2012; Os Militares na Revolução de Abril. O Conselho da Revolução e a Transição para a Democracia em Portugal (1974-1976), publicado em 2006; 25 de Abril – Mitos de uma Revolução, publicado em 2007; António de Spínola. Lisboa, Círculo de Leitores, 2002 (edição da Temas e Debates: 2004).


Maria João Raminhos Duarte

Instituto Manuel Teixeira Gomes em Portimão

Maria João Raminhos Duarte nasceu em Moçambique em 1959. É doutorada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Tem publicado “Portimão, industriais conserveiros na 1a metade do séc. XX”, “João Rosa Beatriz. Esboço de uma biografia política”, “José Rodrigues Vitoriano: o «operário construído»”; “Presos políticos algarvios em Angra do Heroísmo e no Tarrafal”, e a sua tese de doutoramento “Silves e o Algarve, uma História da Oposição à Ditadura”. No âmbito das Comemorações do Centenário da República e do 150o aniversário de Manuel Teixeira Gomes, colaborou em “Portimão e a Revolução Republicana”, obra coordenada por José Tengarrinha. Tem vários artigos publicados e conferências no âmbito da História local e regional algarvia contemporânea. É docente Escola E.B. 2,3 Eng. Nuno Mergulhão, coordenadora do Departamento de Ciências Sociais e Humanas, e professora auxiliar no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes (ISMAT), em Portimão.


Marta Spínola Aguiar

Escola Superior de Comunicação Social

Marta Spínola Aguiar é licenciada em Ciências da Comunicação, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Atualmente está a finalizar o mestrado em Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, Instituto Politécnico de Lisboa. O interesse pelo jornalismo começou muito cedo, tendo já estagiado no jornal Público e colaborado com diversas publicações online como o jornal bilingue The Brazilian Post, sediado em Londres, e as revistas Clique e Espalha-Factos, onde ainda permanece. O tema da sua dissertação está relacionado com o período jornalístico de José Saramago, uma vertente pouco explorada nos muitos trabalhos feitos sobre o autor.


Miguel Angel Pérez Suárez

Instituto de História Contemporânea

Miguel Angel Pérez Suarez (1975) é licenciado em Geografia e História pela Universidade de Oviedo.  Em 2009 obteve o grau de mestre em História Contemporânea com uma tese sobre o movimento operário em Portugal no primeiro ano do processo revolucionário. Atualmente é bolseiro da FCT, trabalhando numa tese de doutoramento com o título “O poder dos trabalhadores em Portugal (1974-79).


Pau Casanellas

Instituto de História Contemporânea

Pau Casanellas é investigador de Pós-Doutoramento no Instituto de História Contemporânea (IHC) da Universidade Nova de Lisboa. É, igualmente, membro do Centro de Estudios sobre las Épocas Franquista y Democrática (CEFID) da Universidad Autónoma de Barcelona, onde obteve o título de Doutor Europaeus em História. O seu interesse enquanto historiador centra-se, especialmente, nos anos sessenta e setenta do século XX, período que abordou tanto desde a perspetiva da evolução institucional e políticas de ordem pública, bem como desde a vertente da mobilização social, a cultura política revolucionária e a prática armada. É autor das obras Morir matando. El franquismo ante la práctica armada, 1968-1977 (Icaria, 2014, no prelo) e, em coautoria, de El Estado franquista en Barcelona a través de sus gobernadores civiles, 1939-1977 (Comares, 2014, no prelo). Tem publicado, igualmente, em revistas especializadas de História, como a Ayer e a Historia Social.


Paula Borges Santos

Instituto de História Contemporânea

Paula Borges Santos é doutora em História Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL). É investigadora do Instituto de História Contemporânea (IHC) da FCSH-UNL e do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa (CEHR-UCP).
Desenvolve atualmente, no âmbito do Instituto de História Contemporânea (IHC) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL) e do Centro Studi sull’Europa Mediterranea (CSSEM) da Università di Viterbo (UV- Itália), com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, o seu projecto de pós-doutoramento, designado: As câmaras de representação política nos Estados autoritários e fascista: Portugal, Espanha e Itália (1922-1976).
Publicou Igreja Católica, Estado e Sociedade (1968-1975): o caso Rádio Renascença (ICS: 2005), distinguido com o Prémio Fundação Mário Soares (2004), e A Questão Religiosa no Parlamento (1935-1974) (Assembleia da República: 2011), além de artigos vários em revistas científicas nacionais e internacionais. Integrou vários projetos de investigação de diversas unidades científicas nacionais e coordena, atualmente, em conjunto com António Reis e Maria Inácia Rezola, o projeto científico Dicionário de História de Portugal (1974-1976).
Tem-se dedicado ao estudo de temas de História Política (Regimes, Transições, Sistemas Políticos, Instituições, Governação), Religião (Relações entre Estado e Igreja Católica; Catolicismo; Partidos Confessionais; Liberdade Religiosa), e Desenvolvimento Humano (Políticas Sociais; Conflitos Sociais).
Para além da sua actividade como investigadora, entre 2004 e 2011, foi coordenadora científica e executiva do projecto de organização, tratamento e preservação do arquivo histórico Maria de Lourdes Pintasilgo, financiado pelo Programa Operacional Sociedade do Conhecimento no âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio. Nessa qualidade, integrou ainda a equipa de autores que publicou Antologia de textos de Maria de Lourdes Pintasilgo (Edições Afrontamento: 2011).


Pedro Marques Gomes

Instituto de História Contemporânea

Pedro Marques Gomes é doutorando em História Contemporânea na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É investigador do Instituto de História Contemporânea da mesma universidade, tendo participado no projecto Justiça Política na Transição para a Democracia em Portugal (PTDC/HIS-HIS/103286/2008), financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.


Pedro Serra
Instituto de História Contemporânea

Doutorando em História Contemporânea pela FCSH-UNL e mestre também em História Contemporânea pela mesma universidade. Investigador do Instituto de História Contemporânea. Foi bolseiro de investigação no projecto “Justiça Política na Transição para a Democracia em Portugal (1974-2008) (PTDC/HIS-HIS/103286/2008)”.


Raquel Varela
Instituto de História Contemporânea e IISH

Investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais e investigadora do Instituto Internacional de História Social, onde coordena o projecto internacional In the Same Boat? Shipbuilding and ship repair workers around the World (1950-2010). É coordenadora do projecto História das Relações Laborais no Mundo Lusófono. É doutora em História Política e Institucional (ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa). É, desde 2011, Presidente da International Association Strikes and Social Conflicts. É vice coordenadora da Rede de Estudos do Trabalho, do Movimento Operário e dos Movimentos Sociais em Portugal. Publicou vários livros, sendo o mais recente História do Povo na Revolução Portuguesa 1974-75.


Ricardo Noronha

Instituto de História Contemporânea

Ricardo Noronha (n.1979) doutorou-se em História pela Universidade Nova de Lisboa, com uma dissertação dedicada à nacionalização do sistema bancário. É investigador de pós-doutoramento no Instituto de História Contemporânea (FCSH-UNL), dedicando-se ao estudo de temas relacionados com a Revolução Portuguesa de 1974-75 e a História Social e Económica contemporânea.


Rita Luís

Instituto de História Contemporânea e Grup de Recerca en Periodisme Universitat Pompeu Fabra

Rita Luís é doutoranda no Departamento de comunicação da Universitat Pompeu Fabra em Barcelona. Membro do Grup de Recerca en Periodisme da mesma Universidade; participou no projecto de investigação Notícias Internacionales de España en la Transición (2010-2012) e, actualmente, no projecto El papel de la prensa diaria en la transición democrática. Cobertura informativa y comportamiento político de periódicos y periodistas (2013-2015) financiados ambos pelo Ministerio de Educación y Ciencia (I+D). É igualmente investigadora integrada do Grupo Poder, Ideias e Cultura e colaboradora do  Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais do Instituto História Contemporânea. Prepara uma dissertação sobre a Revolução Portuguesa de 1974-1975 e a imprensa Espanhola.


Tiago Gil Gomes
Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia

Tiago Gil Gomes é licenciado em Comunicação Social e Educação Multimédia pela Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria do Instituto Politécnico de Leiria e mestre em História, ramo de Época Contemporânea, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Os seus interesses de investigação estão relacionados com o período de 1974 e 1976, a memória oral e a museologia.